Sei que já passou um mês desde o aniversário do Tomé mas não queria deixar de o registar aqui no blog.
Dia 8 de outubro festejámos o primeiro aniversário do Tomé e não foi uma festa de arromba mas foi um dia muito bonito, vivido, sobretudo, a três, como temos tão poucas vezes!
Tive sorte em estar de folga e decidi que não iria fazer uma festa com muita gente - ele não se iria aperceber do que estávamos, propriamente, a festejar e, pessoalmente, confesso que não tenho muito jeito para grandes eventos! O grande evento tinha sido há um atrás - a sua chegada - e este seria um dia especial em que queríamos aproveitar o tempo que muitas vezes a vida e o trabalho nos roubam para estarmos os três.
O primeiro ano de vida é motivo de celebração, na minha modesta opinião, não só para o pequeno como também para os pais. Concordo com a famosa máxima que nos diz que quando nasce um filho, nasce uma mãe (e isto vale também para o pai!).
Fomos os três almoçar pertinho de casa e, depois, fomos a um sítio onde houvesse água - o Tomé adora a a água e, se não tiver ondas, melhor! Aproveitámos bem a tarde e regressámos a casa - eu tinha prometido fazer o jantar preferido do Tomé e um bolinho.
Assim fiz - macarrão com carne de frango e batata doce no forno - ele adorou, sujou-se (como habitual) e ainda teve direito a um bolinho saudável para ter a oportunidade de aprender a tradição de cantar os parabéns e soprar as velinhas. Claro que para ele tudo foi luz, tudo foi novidade, tudo foi espanto - a cara dele dizia tudo e eu não podia estar mais feliz (quiçá mais que ele!).
O certo e sabido é que eu não lhe posso dar tudo mas posso dar sempre o melhor de mim e ir ao encontro daquilo que ele gosta e que o deixa feliz, contente, com os olhos a brilhar.
Estava ainda mais bonito neste dia 8 de outubro em que celebrou o seu primeiro aniversário.
Parece que foi ontem que nasceu, que aprendemos a ser pais e filho, que eu "tremia que nem varas verdes" por não saber o que lhe fazer quando chorasse - e tudo o que sei hoje é que um abraço e um beijinho curam, o amor cura e nunca vai ser demais!
Amo tanto este Tomé que ninguém imagina e como diz a minha mãe "Nunca tu pensaste que era possível amar alguém dessa maneira, pois não?".. Estava certa, como sempre!


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