sábado, 3 de março de 2018

Quem sabe é a mãe!

Quando o Tomé nasceu havia mil e uma dúvidas nesta cabeça tonta de mãe de primeira viagem. Não é a primeira vez que o digo e voltarei a dizer que nada foi fácil, exceto o amor à primeira vista (ainda maior do que da primeira vez que ouvi o seu pequenino coracao a bater).
O Tomé é um bebé calmo, exceto para adormecer. Irra, é com cada birra até se deixar dormir. Mas nada que um bom colo e uma fraldinha na cabeça não resolva. A passagem do colo para a cama ou sofá é extraordinariamente cuidadosa e digamos que..inútil. As sestas diurnas, com a mãe presente, só existem se estiver ao colo.
O Tomé deixou de mamar aos dois meses e três semanas por razões que posso, eventualmente, falar noutro post. Quando isso aconteceu, para além de me sentir péssima mãe, tive medo da nossa ligação se quebrar. O passar do tempo faz-me crer o contrário e luto todos os dias para ser a melhor mãe para o Tomé. 
Por isso, chamem-me chata, mariquinhas, o que apetecer chamar - eu sou mãe, a mãe do Tomé. 
Tem fome? Eu dou o biberão!
Chora? É para o meu colo que vai e que fica!
Quer a chucha? Que ninguém lha tire!
Ainda só bebe leite? E continuará até aos 6 meses porque assim é recomendado na atualidade pela OMS e porque é o principal alimento até aos 12 meses. 

(Mesmo agora..Deitei-o no sofá, acordou. Voltou a adormecer, no meu colo..)

E porque quem sabe é a mãe 😊❤


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